Foi multado por embriaguez ao volante ou por recusar o teste do bafômetro? Existe defesa — e o prazo para agir é curto. Analisamos cada detalhe do seu auto de infração.
Resposta rápida pelo WhatsApp · Envie a foto da sua notificação para análise inicial.
A Jacobi Advocacia de Trânsito atua desde 2018 com foco em quem corre o risco de perder a CNH. Bafômetro, recusa ao teste e suspensão pela Lei Seca estão entre as nossas principais frentes de atuação.
Atendemos motoristas de todos os estados de forma 100% online, com análise individual de cada auto de infração — nada de defesa genérica de modelo.
A infração relacionada ao bafômetro é uma das mais graves do Código de Trânsito Brasileiro. Ela gera multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses — tanto para quem é flagrado dirigindo sob influência de álcool quanto para quem se recusa a soprar o aparelho.
Apesar da gravidade, a autuação não é automática nem inquestionável. O auto de infração precisa cumprir uma série de requisitos legais, e o procedimento de fiscalização — incluindo o aparelho usado — também. Um advogado especializado em Direito de Trânsito sabe onde procurar essas falhas e como transformá-las em uma defesa bem fundamentada.
Cada caso é único, mas há situações que frequentemente embasam defesas administrativas e judiciais:
Só a análise do seu auto de infração revela quais desses pontos se aplicam ao seu caso — e é exatamente isso que fazemos na avaliação inicial.
Assista à apresentação do escritório e da atuação em recursos de bafômetro e CNH:
Muitos motoristas acreditam que recusar o teste é mais seguro. Na prática, costuma ser o contrário: a recusa é tratada como infração gravíssima autônoma, com a mesma multa de R$ 2.934,70 e a mesma suspensão de 12 meses, independentemente de o condutor ter ou não ingerido álcool.
A boa notícia é que a autuação por recusa também depende de requisitos formais. A forma como a abordagem foi conduzida, o conteúdo do auto e o cumprimento das notificações podem ser examinados em busca de fundamentos para o recurso.
O etilômetro mede a concentração de álcool no ar expirado. Por produzir uma prova capaz de custar a CNH do condutor, ele é submetido a regras técnicas rígidas: precisa ser de modelo aprovado e ter verificação válida do INMETRO, com margem de erro considerada na leitura. Quando essas exigências não são cumpridas, a prova pode ser contestada.
Você manda a foto da notificação e do auto de infração pelo WhatsApp. Tudo de forma online e segura.
Estudamos o auto, a abordagem, o etilômetro e os prazos para identificar a defesa cabível.
Elaboramos a defesa prévia ou o recurso (JARI/CETRAN) e, quando necessário, a medida judicial.
Atuação dedicada ao Direito de Trânsito, com bafômetro e CNH suspensa entre as principais frentes.
Você resolve tudo de onde estiver, sem precisar se deslocar. Atendemos todos os estados.
Cada caso é estudado em detalhe — nada de defesa genérica de modelo.
Explicamos com clareza suas opções e prazos, sem prometer resultado, conforme a ética da OAB.
Quanto antes seu caso for analisado, mais caminhos de defesa existem. Envie sua documentação e receba uma orientação inicial.
A infração gera multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência em 12 meses, a multa é aplicada em dobro.
Sim. A recusa é uma infração gravíssima autônoma, com a mesma multa (R$ 2.934,70) e suspensão de 12 meses. Essa autuação também pode ser questionada por recurso.
Sim. O auto de infração e a fiscalização precisam cumprir requisitos legais. Falhas na certificação do etilômetro pelo INMETRO, na notificação, nos prazos ou na lavratura do auto podem fundamentar a defesa administrativa e, quando cabível, judicial.
Depende da fase e da data da notificação, pois cada etapa (defesa prévia, JARI e CETRAN) tem prazo próprio. Por isso, recomenda-se enviar a documentação o quanto antes.
O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil. Toda a documentação é enviada digitalmente.
Não. Nenhum advogado sério garante resultado. O trabalho é analisar tecnicamente o caso e apresentar a melhor defesa cabível, com transparência e em conformidade com o Código de Ética da OAB.
Conteúdo revisado em junho de 2026, com base na legislação de trânsito vigente.